Mostrando las entradas con la etiqueta Portugal. Mostrar todas las entradas
Mostrando las entradas con la etiqueta Portugal. Mostrar todas las entradas

25 mayo, 2013

Medicos en Brasil a discusao nao tem fin : Governo avalia contratar médicos estrangeiros para regiões distantes

- O secretário de Vigilância em Saúde do Minis...
- O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Gerson Penna, fala sobre casos suspeitos de febre amarela no país (Photo credit: Wikipedia)

Ministério da Saúde pretende recrutar profissionais em países como Portugal e Espanha, afetados pela crise da dívida do euro. Conselho Federal de Medicina afirma que proposta é "improvisada, imediatista e midiática".
Longas filas, vários dias de espera para ser atendido e falta de médicos nos plantões são queixas comuns dos brasileiros que dependem do atendimento gratuito do Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar de a oferta incluir postos de atendimento, ambulatórios e hospitais de referência, algumas cidades, principalmente no interior, sofrem com a falta de médicos.
Como solução, o governo brasileiro tem pesquisado experiências semelhantes adotadas por outros países. Segundo o Ministério da Saúde, apenas 1% dos médicos que atuam no Brasil tem formação no exterior, percentual inferior ao de países como Inglaterra, Estados Unidos, Canadá e Austrália, apontados pelo governo como exemplos na contratação de médicos vindos de fora.
Não tardou para que a intenção do governo recebesse críticas. O Conselho Federal de Medicina (CFM), entidade responsável pela fiscalização e normatização da prática médica no Brasil, classificou de "improvisada, imediatista e midiática" a proposta do governo de "facilitar a entrada no Brasil de portadores de diplomas de Medicina emitidos em escolas no exterior", medida que, segundo o CFM, poderia "ferir a norma legal".
O CFM pretende entregar ao governo, ainda nesta sexta-feira (24/05), uma proposta que prevê o incentivo ao preenchimento, por médicos brasileiros, das vagas existentes no país. O órgão não descarta a contratação de médicos estrangeiros, "desde que os candidatos sejam aprovados em exames de validação de diplomas e tenham atestada a fluência em português". O programa de incentivo a brasileiros e os contratos firmados com médicos estrangeiros, segundo a proposta do CFM, deveriam ter vigência máxima de 36 meses. Depois desse período deveria ser iniciado um plano nacional para profissionais da saúde.
Procurado pela DW Brasil, o Ministério da Saúde respondeu, em nota, que o governo garante agir com "responsabilidade" na contratação desses profissionais. O órgão afirma, ainda, que "não haverá validação automática de diploma, que não serão admitidos profissionais vindos de países com menos médicos que o Brasil e que só serão atraídos profissionais formados em instituições de ensino autorizadas e reconhecidas por seus países de origem".
Espanhóis e portugueses
Segundo o Ministério da Saúde, a prioridade é atrair profissionais da Espanha e de Portugal. "A ideia é fazer intercâmbios com os dois países europeus, que possuem grande quantidade de profissionais qualificados e desempregados em razão da crise econômica." Canadá, Espanha e Estados Unidos também estão sendo consultados sobre possíveis parcerias.
No início do mês, o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, chegou a afirmar que o Brasil traria seis mil médicos cubanos para trabalhar no país. A declaração foi dada durante a visita do chanceler cubano, Bruno Eduardo Rodríguez Parrilla. "Estamos nos organizando para receber um número maior de médicos. Trata-se de uma cooperação que tem grande potencial e à qual também atribuímos um valor estratégico", declarou Patriota.
Já o Ministério da Saúde afirma que não há, oficialmente, nenhum acordo firmado com Cuba. O órgão também ressaltou que, junto com o Ministério da Educação, analisa propostas para abertura de novas vagas nas regiões deficitárias.
Distribuição desigual
Infraestrutura precária, salários pouco atraentes e baixos índices de qualidade de vida têm levado médicos recém-formados a preterirem o interior em favor dos grandes centros urbanos, o que deixa desatendidas regiões periféricas em alguns estados.
Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil tem hoje 1,8 médico por mil habitantes. A presença deles é menor em alguns estados das regiões Norte e Nordeste. O Maranhão – estado que ocupa uma das últimas posições no ranking de IDH (índice de Desenvolvimento Humano) no Brasil – apresenta uma taxa de 0,58 médico para cada mil habitantes. O Distrito Federal possui 3,46 médicos e o Rio de Janeiro, 3,44.
Em relação a outros países da região, o Brasil aparece atrás da Argentina (3,2 médicos para mil habitantes) e da Venezuela (1,9 médico para cada mil pessoas). Na Europa, os índices são ainda maiores: 3,6 na Alemanha, 3,9 em Portugal e 4 na Espanha.

DW.DE

Mais a discusao nao termina.......pero no entiendo porque médicos argentinos no. 



Enhanced by Zemanta

09 mayo, 2013

Is there going to be a brain drain of doctors in Portugal?

Tiago Villanueva: Is there going to be a brain drain of doctors in Portugal?

 by BMJ Group
Tiago_VillanuevaI have already been invited twice this year to give a talk about emigration of doctors out of Portugal. I find this a sign of the difficult times we’re going through in Portugal. Doctors, like every citizen, have been subject to relentless austerity measures and to progressive impoverishment. But we’re not currently seeing doctors leaving the country in droves. Nurses, however, are a completely different story. Portugal is currently the second country (after Spain) to have the most nurses registered in the UK’s Nursing and Midwifery Council and the number of Portuguese nurses in the UK has grown over 40 fold in the last six years.
The mass emigration of Portuguese nurses is due chiefly to low pay and lack of employment opportunities. I worked with some great nurses and administrative staff, who, all of a sudden, were offered under four euros per hour to do their job in primary care settings. Some of them ended up leaving the country, or simply not working, because they realised that they would end up paying so much to get to work that their income wouldn’t make it worthwhile.
Portuguese doctors are not yet leaving the country in the same way that nurses are because unemployment for doctors is still residual, and pay is still high. It’s interesting to note that Portuguese doctors don’t even make it into the top 20 countries providing doctors to the UK, unlike other Southern European nations, or even wealthy Northern European countries. Ironically, there are more German doctors registered with the UK’s General Medical Council than doctors from Greece, Italy, or Spain.
But that may change very soon, because of reports that there will be no specialist training posts for all newly qualified doctors starting next year, and that 200 to 300 recent graduates may not be entitled to any post at all. You could argue that doctors who fail to find a training post could find alternative types of employment, like locum work or non-training posts, while waiting for an opportunity to apply again for specialist training. But that is not possible in Portugal, because here doctors are only awarded clinical autonomy (permission to practice clinical medicine without supervision) after they conclude the initial foundation year (which all newly qualified doctors must go through) and the first year of concrete specialist training. In other words, many newly qualified doctors in the coming years may face imminent unemployment if they fail to secure a specialist training post, don’t move to another country to pursue specialist training, or find employment outside clinical medicine.
I believe the exodus of doctors in Portugal will accelerate in coming years, but not to the extent of nurses. One of the best things medical students and trainee doctors can do right now is to prepare for an era of international mobility by becoming “global doctors.” But, the catch of getting a taste of this global world of medicine nowadays is that Portuguese doctors may not want to return home for good. I know many colleagues who I met during medical school and GP vocational training who today are based outside Portugal. What was supposed to be a stay of just a few weeks or a few months during specialist training ended up as a permanent stay. And why? Because, among other reasons, they have realised that the working conditions in Portugal have deteriorated, and the training, pay, and professional development conditions in the host country were extremely appealing. The grass may sometimes actually be greener on the other side after all.
Tiago Villanueva is a locum GP based in Portugal, and  a former BMJ Clegg Scholar and editor, studentBMJ.
Enhanced by Zemanta