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23 junio, 2013

Brasil: Medicina de Familia e Comunidade

O médico de família em açãoTV Brasil
 
A experiência de quem atende os mais variados tipos de doentes e enfermidades
O médico de família em açãoNo Ser Saudável deste sábado, o destaque é a medicina de família e comunidade. O programa vai apresentar a estrutura de saúde no Brasil, que é universal, ou seja, para todos.

No país, esse sistema está organizado em um programa que se chama Estratégia de Saúde da Família, e o médico responsável por isso é o Médico da Família e Comunidade.

Para mostrar como funciona o sistema, os apresentadores do programa, os médicos Camila Furtado de Souza e Enrique Barros, conversam com o médico e especialista em Saúde Pública, Gastão Wagner de Sousa Campos, e com o presidente da Associação Paraense de Medicina de Família e Comunidade, o médico Yuji Magalhães Ikuta.

O programa também conta a história de médicos que atuam no programa, como Paulo Poli Neto, 36 anos, de Florianópolis, Santa Catarina. Ele é médico de família e comunidade desde a época da residência, em 2002. Optou pela prática, principalmente, pela possibilidade de exercer funções variadas e amplas com situações muito diferentes em pessoas e grupos etários. A medicina é hereditária para Poli. Seu pai e avô maternos foram médicos em cidades do interior, e também generalistas. Poli trabalha há mais de cinco anos na mesma equipe de saúde da família,
Paulo Humberto Mendes de Figueiredo, 55 anos, vive em Belém do Pará. Ele atua em Medicina de Família há 10 anos. Atende tanto na Unidade de Saúde da Família em comunidades carentes, como também vai até as casas das pessoas duas vezes por semana, junto a uma equipe multidisciplinar. Na medicina de família, ele atende desde o pré-natal até a terceira idade. Além de dar aulas na Universidade, ele recebe alunos para a parte prática nas comunidades carentes da cidade.
FUNDAÇÃO PE. URBANO THIESEN / TV UNISINOS - PRODUTOR DANIEL PEDROSO - PRODUTOR HIQUE MONTANARI - DIRETOR ENRIQUE BARROS - APRESENTADOR CAMILA FURTADO DE SOUZA - APRESENTADOR
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25 mayo, 2013

Medicos en Brasil a discusao nao tem fin : Governo avalia contratar médicos estrangeiros para regiões distantes

- O secretário de Vigilância em Saúde do Minis...
- O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Gerson Penna, fala sobre casos suspeitos de febre amarela no país (Photo credit: Wikipedia)

Ministério da Saúde pretende recrutar profissionais em países como Portugal e Espanha, afetados pela crise da dívida do euro. Conselho Federal de Medicina afirma que proposta é "improvisada, imediatista e midiática".
Longas filas, vários dias de espera para ser atendido e falta de médicos nos plantões são queixas comuns dos brasileiros que dependem do atendimento gratuito do Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar de a oferta incluir postos de atendimento, ambulatórios e hospitais de referência, algumas cidades, principalmente no interior, sofrem com a falta de médicos.
Como solução, o governo brasileiro tem pesquisado experiências semelhantes adotadas por outros países. Segundo o Ministério da Saúde, apenas 1% dos médicos que atuam no Brasil tem formação no exterior, percentual inferior ao de países como Inglaterra, Estados Unidos, Canadá e Austrália, apontados pelo governo como exemplos na contratação de médicos vindos de fora.
Não tardou para que a intenção do governo recebesse críticas. O Conselho Federal de Medicina (CFM), entidade responsável pela fiscalização e normatização da prática médica no Brasil, classificou de "improvisada, imediatista e midiática" a proposta do governo de "facilitar a entrada no Brasil de portadores de diplomas de Medicina emitidos em escolas no exterior", medida que, segundo o CFM, poderia "ferir a norma legal".
O CFM pretende entregar ao governo, ainda nesta sexta-feira (24/05), uma proposta que prevê o incentivo ao preenchimento, por médicos brasileiros, das vagas existentes no país. O órgão não descarta a contratação de médicos estrangeiros, "desde que os candidatos sejam aprovados em exames de validação de diplomas e tenham atestada a fluência em português". O programa de incentivo a brasileiros e os contratos firmados com médicos estrangeiros, segundo a proposta do CFM, deveriam ter vigência máxima de 36 meses. Depois desse período deveria ser iniciado um plano nacional para profissionais da saúde.
Procurado pela DW Brasil, o Ministério da Saúde respondeu, em nota, que o governo garante agir com "responsabilidade" na contratação desses profissionais. O órgão afirma, ainda, que "não haverá validação automática de diploma, que não serão admitidos profissionais vindos de países com menos médicos que o Brasil e que só serão atraídos profissionais formados em instituições de ensino autorizadas e reconhecidas por seus países de origem".
Espanhóis e portugueses
Segundo o Ministério da Saúde, a prioridade é atrair profissionais da Espanha e de Portugal. "A ideia é fazer intercâmbios com os dois países europeus, que possuem grande quantidade de profissionais qualificados e desempregados em razão da crise econômica." Canadá, Espanha e Estados Unidos também estão sendo consultados sobre possíveis parcerias.
No início do mês, o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, chegou a afirmar que o Brasil traria seis mil médicos cubanos para trabalhar no país. A declaração foi dada durante a visita do chanceler cubano, Bruno Eduardo Rodríguez Parrilla. "Estamos nos organizando para receber um número maior de médicos. Trata-se de uma cooperação que tem grande potencial e à qual também atribuímos um valor estratégico", declarou Patriota.
Já o Ministério da Saúde afirma que não há, oficialmente, nenhum acordo firmado com Cuba. O órgão também ressaltou que, junto com o Ministério da Educação, analisa propostas para abertura de novas vagas nas regiões deficitárias.
Distribuição desigual
Infraestrutura precária, salários pouco atraentes e baixos índices de qualidade de vida têm levado médicos recém-formados a preterirem o interior em favor dos grandes centros urbanos, o que deixa desatendidas regiões periféricas em alguns estados.
Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil tem hoje 1,8 médico por mil habitantes. A presença deles é menor em alguns estados das regiões Norte e Nordeste. O Maranhão – estado que ocupa uma das últimas posições no ranking de IDH (índice de Desenvolvimento Humano) no Brasil – apresenta uma taxa de 0,58 médico para cada mil habitantes. O Distrito Federal possui 3,46 médicos e o Rio de Janeiro, 3,44.
Em relação a outros países da região, o Brasil aparece atrás da Argentina (3,2 médicos para mil habitantes) e da Venezuela (1,9 médico para cada mil pessoas). Na Europa, os índices são ainda maiores: 3,6 na Alemanha, 3,9 em Portugal e 4 na Espanha.

DW.DE

Mais a discusao nao termina.......pero no entiendo porque médicos argentinos no. 



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16 mayo, 2013

La exportación cubana más polémica: los médicos

Médicos cubanos
 Martes, 14 de mayo de 2013

    Los trabajadores de salud cubanos han llevado a cabo misiones en países tan lejanos como Sudáfrica y Pakistán.
    Uno de los principales productos de exportación de Cuba se ha vuelto también un canal peculiar -y a menudo polémico- para cultivar relaciones entre la isla y países alrededor del mundo: los médicos.
    Brasil se convirtió la semana pasada en el último de una larga lista de naciones que anuncian planes para recibir números importantes de doctores cubanos y cubrir así la falta de asistencia en partes de su territorio.
    El canciller brasileño, Antonio Patriota, reveló que existe una gestión encaminada para traer 6.000 o más médicos de Cuba a trabajar en "regiones particularmente carentes en Brasil".
    "Se trata de una cooperación que tiene gran potencial y a la cual atribuimos valor estratégico", dijo Patriota el lunes 6 al recibir a su colega cubano, Bruno Rodríguez.
    Al igual que ocurrió en países como Venezuela, que ha importado unos 30.000 trabajadores de salud cubanos, el proyecto brasileño generó el rechazo inmediato de la principal corporación médica local, que cuestiona la calificación y certificación de los médicos que llegarían.
    Pero el avance del llamado "internacionalismo médico cubano" plantea una pregunta básica: ¿a qué se debe que una isla con serios problemas económicos sea una gran fuente de doctores para la región y más allá?

    Una vieja estrategia

    Posiciones encontradas

    El ministro de Salud brasileño, Alexandre Padilha, dejó en claro que la importación de médicos extranjeros no puede ser un tema tabú y aseguró que la prioridad será traer al país profesionales de España y Portugal. El ministro hizo estas declaraciones después de que se generara una polémica respecto a un posible acuerdo entre los gobiernos de Brasil y Cuba, para traer 6.000 médicos al país, pero evitó hacer referencia específica al tema de los médicos cubanos.
    Según Padilha, el objetivo principal es hacer un intercambio con estos dos países europeos, que tienen una gran cantidad de profesionales calificados y desempleados, a raíz de la crisis económica.
    Por su parte, el presidente de la Asociación Médica Brasileña, Floriano Cardoso, dijo que el gobierno será "directamente responsable de los errores, complicaciones y muertes que pudieran ocurrir si médicos incompetentes comienzan a atender a la población."
    La exportación de médicos fue un instrumento de política exterior cubana desde los años 60, tras la revolución que llevó al poder a Fidel Castro, y en los últimos años se ha acentuado en América Latina y África, señalan expertos.
    En 2011 había 38.000 trabajadores de salud cubanos en 66 países de distintas regiones, indicó Robert Huish, profesor de Desarrollo Internacional en la Universidad Dalhousie de Nueva Escocia (Canadá), en diálogo con BBC Mundo.
    Agregó que los médicos cubanos han cumplido misiones en lugares lejanos como Sudáfrica o Pakistán y, aunque la lista de países a donde van se redujo desde 2010, el número total de esos profesionales en el exterior creció.
    A su juicio, con estos acuerdos bilaterales Cuba logró beneficios como dinero en efectivo o apoyo en infraestructura de otros países en medio del embargo estadounidense y cultivó lazos aún con naciones con las que tenía poca afinidad política, como Honduras tras el huracán Mitch de 1998.
    "Cuba está diciendo que puedes crear relaciones internacionales robustas a través de la salud y la atención médica", dijo Huish, autor de un libro sobre este tema publicado en enero: "Donde ningún doctor ha ido antes".

    "Una paradoja"

    Pero esta política impulsada por el gobierno comunista cubano también tiene una lista de críticos a la cual acaba de añadirse el Consejo Federal de Medicina (CFM) de Brasil, la principal corporación de médicos del país.
    Tras el anuncio de Patriota, el CFM emitió un comunicado de condena a la "entrada irresponsable" de médicos a Brasil sin una revalidación de los títulos que obtuvieron en el extranjero.
    El canciller brasileño evitó especificar cómo conseguirían la visa los profesionales cubanos para trabajar en Brasil, pero los médicos locales sospechan que se evitará el complejo trámite de revalidación como ocurrió en otros países.
    "Brasil es uno de los países que menos invierte en salud en América Latina, lo que es una paradoja para una nación situada entre la sexta o séptima posición de las mayores economías del mundo"
    Carlos Vital, presidente interino del CFM
    En Uruguay, por ejemplo, el gobierno decretó en 2008 la revalidación automática del título en Oftalmología de cubanos que llegaban al país en el marco de un programa regional para operar cataratas a personas de bajos recursos, generando protestas de sociedades profesionales locales.
    Carlos Vital, presidente interino del CFM, indicó que 94% de los médicos cubanos y bolivianos que pasaron en 2012 por un examen de validación de conocimientos en Brasil reprobaron el examen.
    "Esta calificación dentro de los patrones exigidos en Brasil, no es alcanzada por esos médicos", señaló Vital a BBC Mundo.
    Afirmó que en Brasil hay médicos para atender la demanda en áreas aisladas o remotas, pero faltan "condiciones mínimas" de trabajo para realizar ciertos exámenes o trasladar pacientes.
    Muchas localidades de la región amazónica, por ejemplo, carecen de médicos o reciben la visita de uno de forma esporádica.
    "Brasil es uno de los países que menos invierte en salud en América Latina, lo que es una paradoja para una nación situada entre la sexta o séptima posición de las mayores economías del mundo", afirmó.

    ¿Política?

    Médicos cubanos en Timor Oriental
    Cuba exporta médicos y profesionales de la salud desde la década de los 60.
    Las quejas de gremiales médicas por la importación de profesionales cubanos se han reiterado en países de la región como Bolivia o Venezuela, donde incluso hubo huelgas o acciones legales para detener los planes.
    Pero los defensores de esos planes rechazaron las protestas como parte de los esfuerzos de las corporaciones médicas para cuidar sus intereses particulares.
    El canje de médicos por petróleo se volvió una columna vertebral de la sociedad desarrollada por Castro con el extinto presidente venezolano Hugo Chávez, vital para la economía de la isla.
    La polémica llegó incluso a países africanos como Ghana, donde el gobierno negó a comienzos de mes que su decisión de importar 300 nuevos médicos de Cuba apuntara a desactivar una huelga médica en el país.
    Pol De Vos, investigador del Instituto de Medicina Tropical del Departamento de Salud Pública en Amberes (Bélgica), dijo que los cubanos tienen una "formación específica de atención primaria en zonas con pocos recursos".
    Eso y su capacidad de trabajar con comunidades locales marca una diferencia en el terreno, sostuvo este experto que desde 1996 también colabora con el departamento de Salud Pública dentro del Instituto de Higiene y Epidemiología en La Habana.
    De Vos negó que los médicos cubanos cumplan tareas políticas en los países donde van, una acusación que ha sido frecuente en Venezuela y otras partes.
    "Yo sé que los médicos cubanos que están en el extranjero por supuesto que tienen su visión política", comentó, "pero ellos de ninguna forma se meten en la política en estos países"

    28 febrero, 2012

    30% dos habitantes da Grande SP têm transtornos mentais

    30% dos habitantes da Grande SP têm transtornos mentais


    Lembra do filme Tempos Modernos, de Charles Chaplin

    Nele, o ator inglês interpreta um operário que enlouquece com a vida na fábrica e na cidade. Pois esse cenário, previsto em 1936, virou realidade, conforme essa reportagem da Agência Fapesp.
    Segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Harvard em parceria com a USP, cerca de 30% dos habitantes de São Paulo (3,5 milhões de pessoas) tem algum tipo de transtorno mental. De acordo com o levantamento, São Paulo tem o índice mais elevado de doença mental entre as 24 regiões metroplitanas pesquisadas.
    De acordo com o estudo, 29,6% dos indivíduos na Região Metropolitana de São Paulo apresentaram transtornos mentais nos 12 meses anteriores à entrevista. Os transtornos de ansiedade foram os mais comuns, afetando 19,9% dos entrevistados. Em seguida, aparecem transtornos de comportamento (11%), transtornos de controle de impulso (4,3%) e abuso de substâncias (3,6%).

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